Uma plataforma completa de pedidos, entrega e pagamento — pronta pra rodar na sua cidade, com o suporte técnico da Chegô por trás.
Irecê, por exemplo, tem cerca de 70 mil habitantes e já é bem atendida por esses apps. Mas a estrutura e o custo deles foram pensados pra esse porte de cidade pra cima — não pros milhares de municípios menores que formam a maior parte do interior do Brasil.
Abaixo desse porte, o restaurante, a lanchonete e a loja de bairro ficam de fora do delivery — ou dependem de motoboy avulso, sem rastreio, sem histórico, sem dado nenhum sobre o próprio negócio. É exatamente essa barreira de escala que o Chegô nasceu pra tirar.
O Chegô não é um MVP — é um sistema completo, com apps próprios pra cada ponta e um painel de controle central. Tudo já rodando, testado, com pedido real acontecendo hoje.
Pede comida pelo app, acompanha o status em tempo real, paga por Pix, cartão ou dinheiro, e avalia depois da entrega.
Recebe o pedido na hora, controla o cardápio, confirma o preparo e acompanha o faturamento — sem precisar de motoboy próprio.
Aceita rotas — às vezes com várias entregas agrupadas — com trajeto, valor e tempo estimado claros antes de sair.
Por trás dos três apps, um painel administrativo mostra tudo em tempo real: pedidos, zonas de cobertura, saúde da operação e financeiro. É esse painel que gerou os números da próxima seção.
Escolhe o restaurante, monta o carrinho e paga pelo app — Pix, cartão ou dinheiro na entrega, o que fizer sentido pra cidade.
O pedido chega na hora certa, sem atraso de notificação — o cliente é avisado em cada etapa: confirmado, em preparo, pronto.
A rota já considera se há mais de uma entrega no caminho, incluindo bairros rurais e povoados — não só o centro da cidade.
Depois da entrega, o cliente dá nota e comentário — o restaurante responde, e essa reputação fica registrada pra sempre.
Os números abaixo saem direto do painel de analytics do Chegô, referentes aos primeiros 12 dias de operação em produção (início em 14/07).
Pico às 14h, com 26 pedidos na hora — fora do intervalo 13h–22h o volume registrado foi zero.
Nenhum pedido em dinheiro ou cartão na maquininha ainda — todo o fluxo financeiro já nasce digital e rastreável.
Nenhum real em anúncio até aqui — todo o alcance vem de boca a boca e engajamento orgânico na própria cidade.
Comissão da plataforma no período: R$ 157,67 (5% sobre o valor dos pedidos, sem contar taxa de entrega) — com 16 restaurantes e 471 clientes cadastrados em menos de duas semanas, praticamente todo boca a boca.
O sistema de rotas já foi construído pra reconhecer povoados e áreas rurais como zonas de entrega próprias — não é gambiarra de raio de distância.
Pix, cartão pelo app ou dinheiro na entrega com troco calculado — a cidade escolhe o que faz sentido pro perfil do cliente dela, não o contrário.
Cliente, restaurante e entregador recebem aviso na hora de cada mudança de status — sem ficar recarregando tela pra saber se o pedido saiu.
Toda entrega concluída vira avaliação — o restaurante constrói histórico público, e o cliente decide com mais confiança.
A infraestrutura, as atualizações e o suporte técnico ficam por conta da equipe Chegô — o parceiro local foca em operação, comércio e entregadores.
O Chegô roda sobre uma arquitetura moderna e gerenciada na nuvem — sem servidor físico, sem sala de TI, sem uma equipe própria de infraestrutura pra manter tudo de pé.
O banco (PostgreSQL gerenciado) cresce junto com o volume de pedidos — passar de uma cidade pra várias não exige trocar de arquitetura nem migrar de plataforma.
Cliente, restaurante, entregador e painel administrativo rodam em infraestrutura que se paga pelo uso real — nada de servidor ligado 24h consumindo dinheiro parado.
Os avisos em tempo real pra cliente, restaurante e entregador rodam direto na nossa infraestrutura — sem depender de um serviço de terceiro caro por trás.
Rotinas programadas cuidam de reprocessamento, lembretes e reconciliação sozinhas — reduzindo drasticamente o custo de operação técnica no dia a dia.
Cliente, restaurante, entregador e o painel administrativo são sistemas separados que evoluem cada um no seu ritmo — um ajuste em um não trava nem arrisca os outros.
Na prática: levar o Chegô pra uma nova cidade é configurar uma nova operação dentro do que já existe — não é reescrever o sistema do zero.