CChegô Delivery — proposta de parceria

O delivery que as cidades pequenas ainda não tinham.

Uma plataforma completa de pedidos, entrega e pagamento — pronta pra rodar na sua cidade, com o suporte técnico da Chegô por trás.

↓ Role para seguir a rota
O problema

iFood e Quero Delivery funcionam bem em cidade grande. Abaixo de 40 mil habitantes, a conta não fecha pra eles.

Irecê, por exemplo, tem cerca de 70 mil habitantes e já é bem atendida por esses apps. Mas a estrutura e o custo deles foram pensados pra esse porte de cidade pra cima — não pros milhares de municípios menores que formam a maior parte do interior do Brasil.

Abaixo desse porte, o restaurante, a lanchonete e a loja de bairro ficam de fora do delivery — ou dependem de motoboy avulso, sem rastreio, sem histórico, sem dado nenhum sobre o próprio negócio. É exatamente essa barreira de escala que o Chegô nasceu pra tirar.

40 mil
habitantes é aproximadamente o piso de porte onde apps como iFood e Quero Delivery ainda operam com custo viável
100%
do comércio local abaixo desse porte hoje dependendo de solução própria ou nenhuma
O que é o Chegô

Uma plataforma, três públicos, um ecossistema já em produção.

O Chegô não é um MVP — é um sistema completo, com apps próprios pra cada ponta e um painel de controle central. Tudo já rodando, testado, com pedido real acontecendo hoje.

🧾

Cliente

Pede comida pelo app, acompanha o status em tempo real, paga por Pix, cartão ou dinheiro, e avalia depois da entrega.

🍳

Restaurante / loja parceira

Recebe o pedido na hora, controla o cardápio, confirma o preparo e acompanha o faturamento — sem precisar de motoboy próprio.

🛵

Entregador

Aceita rotas — às vezes com várias entregas agrupadas — com trajeto, valor e tempo estimado claros antes de sair.

Por trás dos três apps, um painel administrativo mostra tudo em tempo real: pedidos, zonas de cobertura, saúde da operação e financeiro. É esse painel que gerou os números da próxima seção.

Como funciona, na prática

Do pedido à avaliação, sem ponto cego.

1

Cliente faz o pedido

Escolhe o restaurante, monta o carrinho e paga pelo app — Pix, cartão ou dinheiro na entrega, o que fizer sentido pra cidade.

2

Restaurante confirma e prepara

O pedido chega na hora certa, sem atraso de notificação — o cliente é avisado em cada etapa: confirmado, em preparo, pronto.

3

Entregador recolhe e leva

A rota já considera se há mais de uma entrega no caminho, incluindo bairros rurais e povoados — não só o centro da cidade.

4

Cliente avalia

Depois da entrega, o cliente dá nota e comentário — o restaurante responde, e essa reputação fica registrada pra sempre.

Resultados reais

12 dias de operação. Sem projeção — o que já aconteceu.

Os números abaixo saem direto do painel de analytics do Chegô, referentes aos primeiros 12 dias de operação em produção (início em 14/07).

Relatórios & Analytics — Chegô Admin Produção · 12 dias
R$ 3.405,50
Faturamento do período
471
Clientes cadastrados
16
Restaurantes parceiros
16
Entregadores ativos
R$ 29,11
Ticket médio por pedido
R$ 42,04
LTV médio por cliente
25,9%
Clientes com 2+ pedidos pagos
15
Indicações de novos clientes

Volume de pedidos por hora do dia

10
13h
26
14h
16
15h
16
16h
11
17h
13
18h
16
19h
16
20h
4
21h
4
22h

Pico às 14h, com 26 pedidos na hora — fora do intervalo 13h–22h o volume registrado foi zero.

Pedidos por método de pagamento

100%
dos 117 pedidos pagos por Pix, direto no app

Nenhum pedido em dinheiro ou cartão na maquininha ainda — todo o fluxo financeiro já nasce digital e rastreável.

Alcance orgânico — Instagram @chegodelivery.app

169,7 mil
Visualizações nos últimos 30 dias
532
Seguidores
21
Posts publicados
R$ 0
Investido em tráfego pago

Nenhum real em anúncio até aqui — todo o alcance vem de boca a boca e engajamento orgânico na própria cidade.

Comissão da plataforma no período: R$ 157,67 (5% sobre o valor dos pedidos, sem contar taxa de entrega) — com 16 restaurantes e 471 clientes cadastrados em menos de duas semanas, praticamente todo boca a boca.

Por que funciona em cidade pequena

Desenhado pra onde os grandes apps não vão.

🗺️

Cobertura de zona rural, não só o centro

O sistema de rotas já foi construído pra reconhecer povoados e áreas rurais como zonas de entrega próprias — não é gambiarra de raio de distância.

💵

Pagamento flexível de verdade

Pix, cartão pelo app ou dinheiro na entrega com troco calculado — a cidade escolhe o que faz sentido pro perfil do cliente dela, não o contrário.

📡

Notificação e rastreio em tempo real

Cliente, restaurante e entregador recebem aviso na hora de cada mudança de status — sem ficar recarregando tela pra saber se o pedido saiu.

Reputação que fica

Toda entrega concluída vira avaliação — o restaurante constrói histórico público, e o cliente decide com mais confiança.

🧑‍💻

Manutenção e suporte centralizados

A infraestrutura, as atualizações e o suporte técnico ficam por conta da equipe Chegô — o parceiro local foca em operação, comércio e entregadores.

Tecnologia por trás

Feito pra crescer sem virar dor de cabeça de manutenção.

O Chegô roda sobre uma arquitetura moderna e gerenciada na nuvem — sem servidor físico, sem sala de TI, sem uma equipe própria de infraestrutura pra manter tudo de pé.

🗄️

Banco de dados que escala sozinho

O banco (PostgreSQL gerenciado) cresce junto com o volume de pedidos — passar de uma cidade pra várias não exige trocar de arquitetura nem migrar de plataforma.

☁️

Hospedagem sob demanda, não servidor fixo

Cliente, restaurante, entregador e painel administrativo rodam em infraestrutura que se paga pelo uso real — nada de servidor ligado 24h consumindo dinheiro parado.

🔔

Notificações e rastreio nativos

Os avisos em tempo real pra cliente, restaurante e entregador rodam direto na nossa infraestrutura — sem depender de um serviço de terceiro caro por trás.

⚙️

Automação interna, sem gente monitorando 24h

Rotinas programadas cuidam de reprocessamento, lembretes e reconciliação sozinhas — reduzindo drasticamente o custo de operação técnica no dia a dia.

🧩

Apps independentes por público

Cliente, restaurante, entregador e o painel administrativo são sistemas separados que evoluem cada um no seu ritmo — um ajuste em um não trava nem arrisca os outros.

< 1%
da capacidade de infraestrutura contratada usada com o volume atual — espaço de sobra pra crescer sem trocar de arquitetura
0
servidores próprios pra comprar, atualizar ou substituir

Na prática: levar o Chegô pra uma nova cidade é configurar uma nova operação dentro do que já existe — não é reescrever o sistema do zero.